Leonardo Boff em Santo André

Convidamos a todos os associados e amigos do MDDF a receber o teólogo Leonardo Boff em Santo André!

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Teólogo mescla sociedade, meio ambiente, cultura e espiritualidade para tratar da questão socioambiental; evento será na próxima quinta-feira (10), no Teatro Municipal

Santo André, 4 de abril de 2014 – Uma opção para refletir sobre sociedade, cultura e meio ambiente. Na próxima quinta-feira (10), às 19h, o teólogo Leonardo Boff vem a Santo André para a palestra gratuita Desafios Ambientais para a Humanidade, no Teatro Municipal. O evento é uma realização do Movimento em Defesa dos Direitos dos Moradores em Favela (MDDF), com o apoio da Prefeitura de Santo André e do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Criador da Teologia da Libertação, Boff sempre foi defensor da causa dos Direitos Humanos e um dos mais influentes pensadores da atualidade na discussão da responsabilidade socioambiental. Foi coautor da Carta da Terra, um compromisso ético internacional que estabelece os princípios fundamentais para a construção de um mundo justo, sustentável e pacífico.

Durante 22 anos, foi professor de Teologia Sistemática e Ecumênica em Petrópolis, no Instituto Teológico Franciscano. Pofessor de Teologia e Espiritualidade em vários centros de estudo e universidades no Brasil e no exterior, além de professor-visitante nas universidades de Lisboa (Portugal), Salamanca (Espanha), Harvard (EUA), Basel (Suíça) e Heidelberg (Alemanha).

É doutor honoris causa em Política pela Universidade de Turim (Itália) e em Teologia pela universidade de Lund (Suécia). Já recebeu prêmios no Brasil e no exterior, por causa de sua luta em favor dos fracos, dos oprimidos e marginalizados e dos Direitos Humanos.

Em 1984, em razão de suas teses ligadas à Teologia da Libertação, foi afastado de suas funções na Igreja Católica – as quais retomou em parte após dois anos, devido à pressão de apoio mundial sobre o Vaticano. Neste período, participou várias vezes das Semanas do Trabalhador no ABC paulista, promovida pela Pastoral Operária e CEBS da Diocese de Santo André.

Já em 1992, foi novamente ameaçado com uma segunda punição pelo Vaticano, quando decidiu se autopromover ao estado leigo. Continua como teólogo da libertação, escritor, professor e conferencista, assessor de movimentos sociais de cunho popular libertador, como o Movimento dos Sem Terra e as comunidades eclesiais de base (CEBs), entre outros.

Desde 1993 é professor concursado de Ética, Filosofia da Religião e Ecologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Boff é autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Ecologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística.

Renascimentos em curso

Renascimentos em curso

O MDDF foi parceiro da exibição do documentário O Renascimento do Parto, realizado na UFABC em 18 de março para marcar o mês da mulher e promover amplo debate sobre os problemas graves com o sistema atual de atendimento obstétrico no Brasil.  Veja mais no blog do Grupo Maternamente, coletivo que organiza encontros mensais para gestantes em Santo André.  

 

Quem tem lugar nas cidades?

blog da Raquel Rolnik

Na tarde de hoje, apresento ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, meu último relatório temático como relatora para o Direito à Moradia Adequada.

Ao longo destes seis anos de mandato, pude constatar a grave crise habitacional que atinge as populações mais pobres das cidades em todo o mundo. A questão da segurança da posse —tema deste meu último relatório— está no centro desta crise.

* Leia coluna completa no site da Folha.

Ver o post original

Conselho Municipal de Gestão e Saneamento Ambiental – 2013-2014

COMUGESAN

O COMUGESAN é o conselho municipal responsável por “estudar, propor diretrizes, deliberar, fiscalizar e acompanhar a implementação da Política Municipal de Gestão e Saneamento Ambiental em Santo André.”  Entendendo que muitos dos assuntos de gestão ambiental mais urgentes da cidade têm a ver com os núcleos habitacionais (por exemplo, APPs, áreas de risco, grandes projetos de urbanização e mobilidade, manejo participativo do Parque do Pedroso e Haras/Chácara Baronesa, qualidade das redes de água e esgoto) é que o MDDF se candidatou  e foi eleito como membro do COMUGESAN a partir de janeiro de 2013.

O MDDF se compromete a ser uma voz independente e ativa em favor do direito de todos a um ambiente saudável.    Veja as entidades eleitas abaixo e acompanhe a atuação do MDDF no COMUGESAN aqui ou entre em contato com nossas representantes, Andreia Cardoso (titular), moradora do Parque de Pedroso e membro da diretoria do MDDF e Sarah Bryce (suplente), educadora ambiental e assessora do MDDF.

ENTIDADES ELEITAS POR SEGMENTOS:

Organizações da Sociedade Civil
 Clube da Família do Parque Represa Billings (Pq. Andreense)
 Primeiro de Maio F. C.
 Instituto Qualicidade

Associações Ligadas ao Comércio, Indústria e Serviços
 ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André
Sindicato de Trabalhadores
 SINDIODONTO – Sindicato dos Odontologistas da Região do ABC
 Sindiserv – Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais

Profissionais Liberais
 Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Santo André
 Associação dos Engenheiros e Arquitetos do ABC

Associações e Organizações Não Governamentais Ambientalistas
 Instituto Acqua – Ação, Cidadania, Qualidade Urbana e Ambiental

Instituições de Ensino e/ ou Pesquisa
 Fundação Santo André

Representantes de Moradores de Área de Proteção e Recuperação aos Mananciais

 Movimento de defesa dos direitos dos moradores em núcleos habitacionais de Santo André

Vagas remanescentes dos segmentos “Conselho Municipal de Representantes da Subprefeitura de Paranapiacaba e Parque Andreense”

“Associações e Organizações Não Governamentais Ambientalistas”, “Associações Ligadas a Indústria, Comércio e Serviços”

 UFABC – Universidade Federal do ABC
 OAB – 38ª Subsecção
 Sindicato dos Químicos
 Associação dos Trabalhadores Aposentados do ABC

Mensagem da Diretoria nos 25 anos de fundação do MDDF

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Há décadas nossa cidade convive com a falta de política habitacional que levou e ainda leva muitos a ocuparem as áreas desvalorizadas pelo mercado imobiliário, as áreas de risco e a “terra sem dono”.

Vivenciamos preconceitos, violências e despejos, mas resistimos.  Assim nasceu o Movimento de Defesa dos Favelados, que hoje chamamos de Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Favelas – MDDF. A luta que se iniciou nos anos 1970 da junção dos movimentos de bairro, das Pastorais da Moradia, das lideranças políticas comprometidas com os direitos e dos moradores diretamente afetados.   Em 20 de dezembro de 1987 foi realizada a assembleia de fundação legal da entidade.   Nestas últimas décadas vem colaborando para avanços na questão habitacional em Santo André.

O MDDF é hoje um elo entre as comunidades de favelas de Santo André e busca sempre o fortalecimento da organização local.  Se avançamos nas políticas habitacionais em Santo André é porque tivemos movimentos importantes que puseram esta luta na pauta dos governos que passaram.

Há muito por fazer ainda e por isso que a atuação do MDDF torna-se necessária e urgente em temas como a sustentabilidade da cidade, a participação dos jovens na construção de políticas públicas e a busca pela plena democracia.

Neste ano que completamos 25 anos de existência legal, poderíamos listar inúmeras pessoas que foram fundamentais nesta nossa luta, mas não faremos para não cometermos erros. Nosso presente para mais este ano é a garantia de resgatar nossa história e agir no presente, de forma enfática e propositiva, pois o futuro que queremos para nossa cidade passa por nossas ações.

O ano de 2013 será o ano que a cidade conhecerá melhor a nossa história e desta vez contada por nós mesmos. Isto se dará através do documentário que estamos realizando em parceria com a BrazilFoundation e Sal Produções.

MDDF, há 25 anos mantendo uma história de independência, na construção de uma cidade para todos.  Parabéns!

Santo André, 20/12/2012

Sustentabilidade e Moradia é tema de Sarau na Quebrada

O Ponto de Cultura Mistura & Gingada e o MDDF – Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Favelas realizarão neste domingo, 10 de junho o Sarau na Quebrada Ambiental no Núcleo Pintassilgo – Santo André, em comemoração ao Mês do Meio Ambiente.

A iniciativa é uma parceria entre as duas entidades e tem como objetivo discutir a questão ambiental e habitacional. O sarau é um encontro de pessoas que tem como objetivo valorizar os talentos de cada um e reconhecer a cultura local.

O Núcleo Pintassilgo fica no bairro Parque Miami, dentro do Parque do Pedroso. Possui uma população de mais de 3 mil pessoas.  Cortado pelo Rodoanel, o núcleo localiza-se às margens da Represa Billings e faz parte de um acordo legal com o Ministério Público que exige uma solução que contemple o direito à moradia e garanta a preservação da unidade de conservação do Parque do Pedroso.  “Será uma oportunidade de integrar os dois temas, que muitas vezes são tratados como opostos. A sustentabilidade tão desejada está em buscar o equilíbrio entre o ambiental, social e econômico, por isso a escolha desta comunidade” diz Edinilson Ferreira dos Santos – Edi, presidente do MDDF.

Estes temas serão intercalados por poesia, rimas, músicas e cinema. Artistas da própria comunidade e de outros bairros da cidade têm a oportunidade de se expressarem. “O microfone fica aberto e assim vão surgindo pessoas que muitos nem sabe que são artistas do local”, conta Gláucia Adriani, arte-educadora do Ponto de Cultura.

O Sarau na Quebrada é realizado há um ano no Jardim Santo André e conta com apoio do Governo Federal, por meio do projeto Ponto de Cultura.

 

A sede do MDDF com nova cara!

No mês de maio, o MDDF recebe visita do artista Brendan Hudson, de Chicago – EUA.  Junto a jovens andreenses, ele está criando murais que retratam temas escolhidos pelas associações parceiras, da Vila Gamboa e do Jardim Primavera. O objetivo do projeto é de valorizar e divulgar a história e identidade de cada comunidade, por meio de arte pública. O MDDF, em parceria com a Associação ALMA Ambiental e a Garfield Park Conservatory Alliance de Chicago, trouxe o artista com apoio da MacArthur Foundation, entidade filantrópica de Chicago. Veja a primeira etapa, na Vila Gamboa, do início ao fim nas fotos abaixo:

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Para saber mais, veja o release abaixo:

MDDF traz artista norte-americano à Vila Gamboa em Santo André

Nesta quinta e sexta-feira (16 e 17), o arte-educador americano Brendan Hudson conclui projeto de arte pública na Vila Gamboa, em Santo André. São murais que cobrem a sede da Associação de Moradores com temas escolhidos pelos associados, misturando fotos com desenhos geométricos, de influência concretista de Luiz Sacilotto.

A iniciativa de trazer o artista, para desenvolver oficinas de pintura junto à população das comunidades, partiu do MDDF (Movimento em Defesa dos Direitos dos Moradores de Favelas). A entidade é pioneira na luta pela moradia e está comemorando 25 anos da sua fundação legal em Santo André, em 1987. Segundo o presidente do MDDF, Edinilson Ferreira dos Santos, o MDDF “busca fortalecer as ações das entidades parceiras, incentivando moradores a conhecer a história da sua comunidade e participar das atividades”.  Em seguida, será a vez da comunidade do Jardim Primavera, no bairro Jardim Las Vegas – Santo André –  também receber o artista.

O artista explica que sempre atua em parceria com uma entidade local com o objetivo de “valorizar a identidade da comunidade e oferecer aos jovens, a oportunidade de participar da criação artística que reflete a história e a cultura local”. Os murais na Vila Gamboa, retratam o grupo de capoeira treinando e os mutirões de construção da sede da associação comunitária. A Gamboa, foi urbanizada no início da década de 90, em regime de mutirão.

O jovem morador da comunidade, Paulo da Silva, 22 anos, um dos convidados para participar como assistente do artista americano, diz que aprendeu muito com a experiência e ressalta a importância dos jovens terem oportunidades como esta, participando de atividades de arte, esporte e lazer na própria comunidade.

Para o Estado, alvará da Fundação CASA é “desnecessária”

O MDDF denunciou, o promotor entrou com Ação Civil Pública, o juiz deu prazo para cumprir…e a Fundação CASA se diz acima da lei, mais uma vez. Um belo exemplo para os jovens, não é?

http://www.dgabc.com.br/News/5936914/para-o-estado-alvara-e-desnecessario.aspx

Veja o por quê da denúncia do MDDF ao Ministério Público aqui.  Saiba mais aqui e no site do Movimento FEBEM Não.

MDDF participa da Eleição do Conselho Municipal de Habitação

Hoje, 7 de dezembro háverá plenária de eleição da nova composição do Conselho Municipal de Habitação de Santo André.  O Conselho é um órgão colegiado, autônomo, fiscalizador e deliberativo na elaboração e gestão da Política Municipal de Habitação.

Entre as atribuições do CMH está a responsabilidade por realizar a Conferência Municipal de Habitação bem como acompanhar, fiscalizar e avaliar a aplicação das diretrizes  propostas. Além disso é papel do Conselho gerir o Fundo Municipal de Habitação, definir critérios para atendimento dos programas de habitação financiados com recursos do Fundo.

O Conselho é composto por 16 membros titulares e respectivos suplentes, para mandato de 2 anos, sendo 8 do Poder Público Municipal e 8 da Sociedade Civil.

Para a eleição da próxima quarta-feira, 12 entidades se inscrevam, sendo que duas destas foram consideradas inelegíveis e as demais continuam no processo. Veja as entidades inscritas e quantidade de vagas por representação:

3 Entidades representantes de Associações Representativas de Moradores em Favelas ou de Defesa dos Direitos destas populações.
Para esta categoria estão inscritos: MDDF; Associação Comunitária Vila Gamboa; Associação dos Moradores de Vila Junqueira.

3 Entidades representantes de Associações ou Cooperativas de Promoção de Moradias Populares.
Para esta categoria estão inscritos: Cooperativa Habitacional dos Servidores Públicos Municipais – Servicoop; Associação do Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos – AMOVA; Associação de Construção Comunitária  de Santo André; Associação dos Adquirentes da Gleba denominada ”Camilópolis”; Associação por Moradia Popular.

2 Entidades representantes de entidades classistas ou representativas de segmentos sociais, com trabalho comprovado na área de habitação popular.

Para esta categoria estão inscritos: Sindicatos dos Arquitetos no Estado de São Paulo – SASP; Ordem dos Advogados do Brasil – OAB.