Vidas e Vielas: a História do Movimento de Favelas de Santo André Contada por Sua Gente

Lançamento acontece dia 10 de setembro, Museu de Santo André, e será seguido de debate
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No próximo dia 10 de setembro, o MDDF lança o documentário “Vidas e Vielas: a História do Movimento de Favelas de Santo André Contada Por Sua Gente”, no museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa. O evento será aberto com um pocket show de artistas que participaram da trilha sonora da produção: Araújo Paz e Rima Inversa Nego Dabes, Buia Kalunga e Choro do Bebê.
Às 20h, tem início a apresentação do documentário, que será seguida de debate com a presença de Rosana Denaldi, ex-secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação da prefeitura de Santo André, hoje professora da Universidade Federal do ABC; José (Dé) Valadares, liderança que apoiou a luta pela urbanização da Gamboa e Edi Ferreira dos Santos, presidente do MDDF. Os três dão seus depoimentos também no filme.
A produção traz uma série de entrevistas com moradores de assentamentos precários, que contam um pouco sobre a vida nas comunidades, relatam problemas de infra-estrutura como enchentes, falta de saneamento e as lutas pela urbanização e regularização das áreas, além de depoimentos de profissionais que, ao longo dos anos, apoiaram programas públicos, realização de obras e organização comunitária para transformar as favelas em bairros urbanizados.
Algumas cenas das obras das intervenções na Sacadura Cabral, Tamarutaca, Capuava e Quilombo II, dentro do Programa Santo André Mais Igual, premiado em 2001 na ONU-Habitat, aparecem no documentário. Elas foram resgatas de um vídeo produzido sobre o Programa e que traz falas do então prefeito Celso Daniel, morto em 2013, idealizador do Mais Igual.
Inscrições pelo e-mail mddf@mddf.org.br
Serviço:
Lançamento do documentário “Vidas e Vielas: a História do Movimento de Favelas de Santo André Contada Por Sua Gente”
Dia: 10 de setembro de 2015
Hora: 19h
R. Senador Fláquer, 470 – Centro, Santo André

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Um tour pelas comunidades de Santo André

Sábado ensolarado, dia 1º de agosto de 2015. O Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais, patrocinado pela Petrobras, começa mais um dia de tour pelas comunidades de Santo André. Um ônibus vai passando nas comunidades e os moradores que aceitaram o convite do MDDF para conhecer melhor a cidade em que vivemos e também outros assentamentos – urbanizados ou não – começam a tomar seus assentos.

No núcleo Sacadura Cabral, uma pausa para receber mais moradores e para a hora da dinâmica de apresentação dos participantes. De maneira descontraída, cada pessoa escolheu um parceiro ou parceira para ficar ao seu lado. A regra: não podiam se conhecer. Cada dupla teve tempo para uma rápida conversa, suficiente para saber o nome, o que faz, do que mais gosta, onde nasceu e onde mora, entre outras perguntas. Resultado da dinâmica: descobrimos, por exemplo, numa roda com 15 pessoas, que todas tinham algo em comum: não nasceram em Santo André. Vieram migrando de estados do Nordeste, Paraná e interior de São Paulo, mas escolheram a cidade para viver e aqui estabeleceram sua vida, trabalho, moradia.

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Relatos – Neste momento, é possível ouvir o relato de quem mora no Sacadura Cabral há mais de 30 anos e que conheceu de perto uma das principais agruras dos moradores mais antigos da comunidade, outrora atingidos pelas enchentes, num período pré-urbanização.

Aliás, a urbanização do Sacadura, assim como a de outros assentamentos precários da cidade, demonstra a luta de seus moradores junto ao Poder Público, ao longo de muitos anos. “Esta praça onde estamos reunidos leva o nome da moradora Hilda Pereira de Carvalho, que lutou muito por melhorias para o núcleo”, exemplifica o presidente do MDDF, Edi Ferreira dos Santos.

Depois da apresentação, próxima parada: núcleo Maurício de Medeiros. Entre os participantes, Maria das Neves Ferreira, da diretoria do MDDF. Atualmente residente no conjunto Prestes Maia e ex-moradora do Maurício, faz questão de mostrar para o grupo o local onde já viveu. “Tenho saudade das pessoas, mas não do lugar; já passei muita coisa aqui”, diz ela, se referindo também à constante convivência com o risco de enchente, doenças, perda de bens materiais e imateriais.

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Esta situação ainda é tensa para quem vive no Maurício de Medeiros. A beira do córrego Guararazinho voltou a ser ocupada por moradias absolutamente precárias. Não precisa chuva forte pra levar embora a estrutura das casas de madeiras junto ao corpo d´água. Também é tensa a a vida daqueles que já construíram suas casas em alvenaria, mas estão em igual risco com suas moradias “perduradas” no morro, muitas vezes com 5 andares ou mais. Quando não há espaço na cidade “formal”, uma das “saídas” é “criar” o novo solo, subindo laje em cima de laje. E o risco se perpetua.

Fundamental ressaltar o trabalho da Prefeitura e Defesa Civil, que já notificou e retirou 313 moradias de locais considerados de risco alto e muito alto (das cerca de 322 listadas pelo IPT), como o da Maurício de Medeiros, de onde serão todos removidos, novamente.

Parque do Pedroso – Após o tour, a última parada é o Parque Municipal Natural do Pedroso, uma área de proteção integral, que guarda remanescentes da Mata Atlântica e também o manancial que abastece com água 6% da população de Santo André. Edi aproveita para falar da importância da preservação da mata para a qualidade e a quantidade da água disponível – o que está cada vez mais raro, principalmente nas regiões metropolitanas.

Além de um piquenique comunitário em um dos quiosques do Parque, o grupo teve tempo para contemplar a fauna e flora local e compartilhar suas impressões sobre a experiência e o passeio.

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Esta troca promovida pelo projeto do Mddf Santo André é muito humana e envolve a todos nós. Conhecer a cidade na sua integralidade e ouvir a história de sua gente é um exercício de humildade e cidadania. Mais legal ainda ver que, mesmo com tantas lutas e dificuldades, estes moradores fazem o que fizeram no sábado: saem de suas casas num sábado de manhã para participar do projeto, visitam outras comunidades, contam suas histórias, dividem com carinho um pouco sobre suas vidas com os demais.

Dia 15 de agosto tem visita ao Aterro – E no próximo dia 15 de agosto todos estão convidados a se integrar ao grupo para mais um passeio-conhecimento promovido pelo projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintas. Desta vez, o grupo vai conhecer o Aterro Municipal de Santo André – uma grande oportunidade de descobrir o quanto geramos de resíduos todos os dias, qual é a sua destinação e a grande diferença de atuar como corresponsável neste processo, como por exemplo, separando e destinando os recicláveis para a Coleta Seletiva.

MDDF vai realizar ações de educação ambiental em Núcleos Habitacionais de Santo André

PROJETO NOSSAS VILAS, VIELAS E QUINTAIS

Breve histórico

Todos eleição MDDF 15 de março 2014

O MDDF (Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Núcleos Habitacionais de Santo André) foi fundado em 1987 e tem como missão representar os moradores de núcleos e conjuntos habitacionais de Santo André, atuando para defender direitos coletivos e prestando serviços gratuitos. Santo André possui mais de 140 núcleos habitacionais, com um total de aproximadamente 30.000 domicílios. Muitos núcleos apresentam problemas ambientais como pontos de acúmulo de lixo, esgoto a céu aberto, queimadas e riscos ambientais, tais como enchentes e deslizamentos. Estes problemas afetam os núcleos de forma desproporcional em relação aos demais bairros da cidade e são poucas as oportunidades de ações comunitárias e de discussão de políticas públicas que possam vir a contribuir para melhorias. Foi pensando nessa problemática que o MDDF propôs um projeto com foco na educação ambiental não-formal em comunidades representadas pela entidade. Assim, o Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais foi criado. Com início em abril de 2015 e duração de dois anos, o Projeto faz parte do Programa Petrobras Socioambiental. Este é um de somente três projetos do ABC Paulista selecionados pela empresa.

Objetivo do Projeto

O Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais tem como objetivo fortalecer a capacidade de moradores de núcleos habitacionais a identificar e realizar, de modo colaborativo, as transformações ambientais locais necessárias para a melhoria das condições ambientais do meio em que vivem. O manejo cotidiano da água, de resíduos sólidos, da energia e das áreas verdes dos núcleos serão alguns dos temas trabalhados. Para intensificar a discussão destes temas, o projeto também objetiva constituir redes de articulação em prol do aprimoramento das políticas públicas urbanas e ambientais da cidade.

Ações do projeto

  • Encontros entre lideranças da área urbana com as lideranças da área de manancial;
  • Visitas ao Aterro Sanitário e à área de mananciais;
  • Atividades de mobilização comunitária e educação ambiental nas comunidades participantes
  • Revitalização, de forma colaborativa, de espaços comuns, como praças, vielas e terrenos baldios;
  • Resgate e divulgação da história ambiental das comunidades,
  • Fortalecimento da participação de moradores de núcleos habitacionais em fóruns e conselhos municipais

Assim, o Projeto visa propiciar aos moradores de núcleos habitacionais a oportunidade – excepcionalmente rara – de aprofundar o conhecimento sobre os desafios socioambientais da cidade, fortalecendo seu sentido de corresponsabilidade e promovendo a cidadania ambiental.

Comunidades Participantes

O Projeto é focado na macrozona urbana em 4 comunidades:

  • Núcleo Ipiranga
  • Núcleo Sacadura Cabral
  • Conjunto Habitacional Gonçalo Zarco
  • Conjunto Habitacional Prestes Maia

Por meio de visitas e oficinas, moradores destas comunidades poderão interagir e aprender junto aos moradores de duas comunidades da macrozona de proteção ambiental – o Núcleo Pintassilgo, inserido na Unidade de Conservação do Parque do Pedroso, e a Vila de Paranapiacaba, patrimônio histórico inserido em uma extensa área protegida de Mata Atlântica.

Parceiros

O projeto conta com o apoio de instituições públicas e organizações não governamentais e busca formar uma rede de apoio à educação socioambiental nos núcleos, influenciando nas políticas públicas. Novos parceiros são bem-vindos!  

Como participar?

Entre em contato!

Fone: (5511) 2988-4088

E-mail: mddf@mddf.org.br

Website: www.mddf.org.br

Facebook: MDDF Santo André

Chamada para inscrições – Conselho da Juventude da ONU-Habitat

O presidente do MDDF, Edinilson Ferreira dos Santos, faz parte do Conselho atual, representando jovens de assentamentos informais e da América Latina e Caribe.  Incentivamos jovens de organizações juvenis, da periferia, e de movimentos sociais das cidades de Brasil e América Latina de participar deste espaço de diálogo entre jovens do mundo inteiro!

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O Conselho tem a intenção de envolver a juventude no debate sobre questões que afetam as cidades. No espaço eles poderão dar suas opiniões e ajudar a assessorar a agência da ONU em temas relacionados à urbanização sustentável e ao desenvolvimento urbano. Prazo para se inscrever termina em 2 de março.

O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) convoca jovens para participar do Conselho Consultivo da Juventude de 2015-2017. A função do Conselho é envolver a juventude no debate sobre questões que afetam as cidades. O Conselho oferece aos jovens um espaço para transmitir suas opiniões e ajudar a assessorar a agência da ONU em temas relacionados à urbanização sustentável e ao desenvolvimento urbano.

No total serão escolhidos 12 jovens, seis homens e seis mulheres de cada região do mundo – África, Ásia Pacífico, Europa, América Latina, Caribe, América do Norte e Ásia Ocidental. O Conselho ainda incluirá um jovem observador que representará os portadores de necessidades especiais, outro procedente de um assentamento informal e outro assessor externo, os três designados pelo ONU-Habitat.

Os candidatos devem ter entre 18 e 32 anos, ser membros de organizações de jovens e ter domínio do inglês. Uma vez selecionados, os membros do Conselho devem assistir as reuniões indicadas pelo ONU-Habitat e apresentar relatórios a cada quatro meses.

O prazo de inscrição termina em 6 de março. Para mais informação ou consulta, os candidatos devem escrever para:YAB@unhabitat.org.

Para se inscrever,  clique aqui: http://bit.ly/1Ao3EWr

O MDDF apoia parto humanizado no SUS!

Queremos um sistema público de saúde que reconheça o direito da mulher sobre seu corpo e proporciona atendimento humanizado para tod@s!

Com as nossas parceiras do Grupo MaternaMente ABC, estamos promovendo diálogo sobre a humanização no Hospital da Mulher “Maria José Santos Stein” desde o começo de 2014.  Nos mobilizamos por meio do Orçamento Participativo Digital entorno de uma proposta de investimento em ações de humanização no Hospital, proposta essa que foi escolhida por votação online como uma das propostas para a cidade.  Porém, soubemos em setembro de 2014 que esta demanda não foi priorizada pelo Conselho Municipal de Orçamento para o orçamento de 2015.  A partir deste momento, começamos a atuar junto aos conselhos responsáveis pela gestão da saúde, entendendo que a humanização não é escolha ou opção, mas uma obrigação legal e moral dos gestores públicos.   O MDDF é titular de uma vaga no Conselho Municipal de Saúde e em 2015 focará sua atuação no apoio ao movimento pelo parto humanizado no SUS.

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Ato obstetrizes

A convite do MDDF aceita LEONARDO BOFF debate Sociedade, Cultura e Meio Ambiente

 

09/04/2014 – MUNDO
  LEONARDO BOFF DEBATE SOCIEDADE, CULTURA E MEIO AMBIENTE EM SANTO ANDRÉ
  Por: Da Redação  (pauta@abcdmaior.com.br)
 
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Bate papo será nesta quinta-feira (10/04), às 19h, no Teatro Municipal 

O já reconhecido teólogo Leonardo Boff estará nesta quinta-feira (10/04), às 19h, no Teatro Municipal de Santo André em uma conversa sobre sociedade, cultura e meio ambiente. E como um petisco para a palestra o ABCD Maior publica também nesta quinta-feira entrevista com o pensador, que fala um pouco sobre o atual contexto político e social e a participação da igreja católica neste xadrez. 

O evento  no teatro é uma realização do Movimento em Defesa dos Direitos dos Moradores em Favela (MDDF), com o apoio da Prefeitura de Santo André e do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Na cadeira de Galileu Galilei

Teólogo, escritor, professor, ex-padre, Leonardo Boff cursou filosofia e teologia,  doutorou-se em teologia e filosofia na Universidade de Munique-Alemanha, em 1970. Ingressou na Ordem dos Frades Menores, franciscanos, em 1959. Durante 22 anos, foi professor de teologia no Brasil e no exterior. 

Esteve presente nos inícios da reflexão que procura articular a Teologia da Libertação. 

É doutor honoris causa em Política pela universidade de Turim (Itália) e em teologia pela universidade de Lund (Suécia). 

Em 1984, em razão de suas teses ligadas à Teologia da Libertação, apresentadas no livro “Igreja: Carisma e Poder”, foi submetido a um processo pela Sagrada Congregação para a Defesa das Fé, ex Santo Ofício, no Vaticano. Em 1985, foi condenado a um ano de “silêncio obsequioso” e deposto de todas as suas funções editoriais e de magistério no campo religioso. Dada a pressão mundial sobre o Vaticano, a pena foi suspensa em 1986, podendo retomar algumas de suas atividades.

Em 1992, sendo de novo ameaçado com uma segunda punição pelas autoridades de Roma, renunciou às suas atividades de padre e se autopromoveu ao estado laico. Mudou de trincheira para continuar a mesma luta: continua como teólogo da libertação, escritor, professor e conferencista nos mais diferentes auditórios do Brasil.

  Leonardo Boff emociona em palestra realizada pelo MDDF

 

 Dia 10 de abril de 2014 foi um marco para o MDDF. Realizamos um sonho que acalentamos por anos: trazer o teólogo Leonardo Boff – um dos maiores pensadores da atualidade sobre questões ambientais, espiritualidade, direitos humanos, entre outros. Boff concedeu a palestra “Desafios Ambientais para Humanidade” por duas horas no Teatro Municipal de Santo André e ainda, com carinho e paciência, respondeu a questões da plateia após o encerramento de sua fala.

Aos 75 anos, ele proferiu de pé todo o tempo e, sem demonstrar  cansaço, silenciou os presentes com suas reflexões absolutamente pertinentes sobre a nossa relação com o outro, conosco mesmo e com o planeta Terra. “O planeta vive sem nós. Mas nós não viveremos sem ele”, disse.

O filósofo abriu a palestra tratando da conjunção da escassez de água potável com o aquecimento global e demonstrando como tal cenário está levando o planeta para o centro de uma crise capaz de exterminar as formas de vida como hoje conhecemos.

Para Boff, é a contribuição de cada um e ao mesmo tempo de todos que fará a diferença para reverter uma grande catástrofe – que já assistimos parcialmente com as mudanças climáticas, desaparecimento de espécies, migração de populações etc. A produção deve se dar “no ritmo da Terra”, assinalou.

“As duas crises são globais e afetam globalmente a todos, com efeitos letais. Por isso, precisamos de uma governança também global, capaz de tratar do assunto a partir de um centro pluridimensional de poder. Isso exige que cada país renuncie um pouco de sua soberania, o que não vemos acontecer. Então podemos morrer por causas produzidas pela própria humanidade. Hoje o meteoro rasante que passa próximo à terra se chama ser humano”.

Boff criticou o capitalismo, que teria transformado tudo em mercadoria, inclusive o ser humano. “Quando não se quer mais, bota-se fora, como uma mercadoria”. O único amor do capitalismo é o “valor de mercado”. Por isso, Boff fala em uma inteligência ancestral capaz de resgatar o sentimento de o amor, de afeto entre os seres humanos e deles em relação à natureza. “Sem isso o ser humano não vai olhar para o pobre, não vai cuidar da natureza”, exemplifica. “Podemos ser mais, com menos. Temos de resgatar a solidariedade”.

Crítico do neoliberalismo, apontou estatísticas que demonstram o que o modelo capitalista gerou: 1% da população do Estados Unidos possui mais riqueza que todo o país junto. No Brasil, 5 mil famílias detêm 43% da riqueza nacional.

Ready, set….

O presidente do MDDF, Edinilson Ferreira dos Santos, é representante de assentamentos informais no Conselho da Juventude da ONU-Habitat. Participa atualmente no Fórum Urbano Mundial, evento que a ONU-Habitat convoca a cada dois anos para discutir estratégias para a gestão urbana mais sustentável, eficaz e inclusiva. Saiba mais das discussões acontecendo em Medellín, Colômbia aqui: http://wuf7.unhabitat.org/theworldurbanforum-es