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Você sabe que o MDDF está no seu segundo mandato como membro e atualmente serve como vice-presidente do Conselho Municipal de Gestão e Saneamento Ambiental?  Como parte do nosso dever de promover a circulação de informação e um debate amplo, divulgaremos aqui mensalmente as pautas das reuniões.  Siga nosso blog ou envie um e-mail para ficar sabendo!

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PROJETO NOSSAS VILAS, VIELAS E QUINTAIS.

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Moradores dos núcleos Ipiranga, Sorocaba, Graciliano Ramos e Cata Preta junto com moradores da área de mananciais de Santo André participaram de uma visita na Usina de Papel, espaço de educação ambiental do Semasa Santo André. Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais, patrocinada pela Petrobras, em ação. Veja mais fotos aqui pelo link https://www.facebook.com/MDDF.SantoAndre/media_set?set=a.905754829517638.100002493870617&type=3

Atividades de educação ambiental gratuitas para moradores/as do Núcleo Ipiranga e entorno!

Convite Visitas Ipiranga

Atividades de educação ambiental gratuitas para moradores/as do Núcleo Ipiranga e entorno:
24/10 – Visita ao Aterro Sanitário e Parque do Pedroso (13h às 18h).
14/11 – Visita à Usina de Papel do Semasa (13h30 às 17h30).
28/11 – Visita à Vila de Paranapiacaba (08h30 às 17h30).
Faça já sua inscrição por telefone ou email!!!
Vagas limitadas!
Fone: (11) 2988-4088

Email: mddf@mddf.org.br

CinePraça na Mostra EcoFalante

Noite de cinema - convite EcoFalante

Como chegar:

Saiba mais:

http://www.abcdmaior.com.br/materias/cultura/problemas-sociais-ganham-foco-em-festival-de-cinema

Como fazer para que a sociedade olhe aos problemas do mundo? Essa é a questão da Mostra Ecofalante, que chega nesta terça-feira (15/09) em Santo André. Através do universo cinematográfico, saem os super-heróis líderes de bilheteria e entram os dilemas sociais. Mudanças climáticas, formação de favelas, gestão de resíduos e preservação da água estão no elenco. Trazendo o holofote para o planeta, a ação utiliza a cultura como educadora.

“É o reconhecimento do nosso trabalho. Teremos a oportunidade de levar nosso documentário de volta às comunidades”, disse Sarah Bryce, integrante do MDDF (Movimento de Defesa dos Direitos de Moradores em Favelas de Santo André), que participará de uma das rodas de conversa.

Realizada pelo Sesc SP em parceria com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), a iniciativa trará documentários exibidos em festivais, além de produções regionais, como o filme Vidas e Vielas. “Farei uma pequena fala num debate sobre a situação das favelas ao redor do mundo, no Brasil e, principalmente, em Santo André”, revelou Sarah.

Se apropriando das questões andreenses, a parceria entre a Mostra e o MDDF veio como uma surpresa. “Em 2009 começamos o projeto ‘Jovens Lideranças Ambientais’. O objetivo era conscientizar e melhorar as áreas verdes ao redor. Exibimos filmes nas ruas, para mostrar às pessoas que os espaços públicos devem ser ocupados. Chamamos a ação de Cine Murão”, lembrou Sarah, complementando: “O Sesc se interessou e entrou como parceiro. Quando surgiu a ideia da Mostra Ecofalante, o Semasa conversou com o Sesc e mostrou já conhecer nossa itinerância. Então, surgiu o convite.”


Exibições gratuitas trazem debates

A programação começa nesta terça-feira (15/09), a partir das 19h, com a exibição do filme Trashed: para onde vai o nosso lixo?, que reflete sobre o acúmulo de lixo e a poluição no ar. Além desta obra, outros cinco documentários serão exibidos entre os dias 15 e 24/09. As sessões acontecerão em três espaços distintos: no Sesc Santo André, no auditório do Semasa e no Conjunto Prestes Maia. Cada atividade é gratuita e os ingressos deverão ser retirados com uma hora de antecedência, nos próprios locais de exibição.

Para o MDDF, a participação na ação é uma oportunidade de levar a obra cinematográfica produzida às comunidades que protagonizam a luta por moradias. “Fizemos um lançamento do filme na última semana, no Museu Municipal de Santo André. Era uma sala para 70 pessoas e chegaram 150. Algumas ficaram de fora. Agora faremos essa exibição e temos mais uma agendada no próprio museu, no dia 24/09”, indicou Sarah. Com o objetivo de expor e debater questões ambientais importantes e complexas em todo o mundo, a Mostra Ecofalante busca que cada pessoa se aproprie de problemáticas para transformá-las em solução. “No caso da discussão de favelas, foi muito importante trazê-la para a programação da Ecofalante. São questões que devem ser de toda a sociedade.”


Reflexões cinematográficas:

As exibições itinerantes da Mostra Ecofalante 2015 em Santo André começam nesta terça-feira (15/09) e vão até o dia 24/09, sempre às 19h. Entrada franca. Mais informações no telefone do Sesc Santo André: 4469-1200.

Mostra EcoFalante de Cinema Ambiental

Sesc e Semasa trazem itinerância da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental para Santo André

Correalização do SescSP com parceria do Semasa e o Movimento em Defesa dos Moradores da Favela reúne documentários sobre água, lixo, mudanças climáticas e agrotóxicos; exibições serão gratuitas, seguidas de debates

Expor e debater questões ambientais importantes e complexas em todo o mundo é a proposta da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, que neste ano aconteceu em março.  Em setembro, 15 filmes da 4ª edição da Mostra percorrem 12 cidades do Estado de São Paulo, em unidades do Sesc e em diversos outros espaços, totalizando cerca de 30 locais de exibição. Em Santo André, a Mostra contará ainda com a parceria do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e do MDDF – Movimento em Defesa dos Moradores de Favela.

programação EcoFalante interior

As produções selecionadas tratam de gestão de resíduos, mudanças climáticas, formação de favelas, impacto do agrotóxico na alimentação e água. Após as exibições, haverá debate com o público presente, conduzido por profissionais e acadêmicos das áreas afins aos temas, todos convidados especialmente para as exibições.

“Quando o Sesc Santo André nos chamou para propor a parceria, em razão da pertinência dos temas com os serviços prestados pelo Semasa e também devido a sua preocupação com a educação ambiental, aceitamos prontamente. Sem dúvida é uma grande contribuição para o debate inadiável de questões fundamentais para a vida dos seres humanos na Terra”, afirma a coordenadora de comunicação social do Semasa, Mariangela Devienne Ferreira.

Serão exibidos cinco documentários entre os dias 15 e 24 de setembro. Para ampliar o acesso da população aos filmes da Mostra, as exibições são gratuitas e acontecerão no Teatro do Sesc Santo André, no auditório do Centro de Referência do Semasa  e no “Cine Murão”, no Conjunto Prestes Maia, este último viabilizado com o apoio do MDDF.

Serviço

Itinerância da Mostra Ecofalante 2015 – Santo André

Datas: 15, 16, 17, 22, 23 e 24/9

Horários: Sempre às 19h

Locais: Teatro do Sesc Santo André – Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar

Cine Murão – Avenida Prestes Maia, s/n – Conj. Prestes Maia

Auditório do Centro de Referência do Semasa – Avenida José Caballero, 143 (no piso térreo do prédio sede da autarquia)

EcoFalante

Vidas e Vielas: a História do Movimento de Favelas de Santo André Contada por Sua Gente

Lançamento acontece dia 10 de setembro, Museu de Santo André, e será seguido de debate
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No próximo dia 10 de setembro, o MDDF lança o documentário “Vidas e Vielas: a História do Movimento de Favelas de Santo André Contada Por Sua Gente”, no museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa. O evento será aberto com um pocket show de artistas que participaram da trilha sonora da produção: Araújo Paz e Rima Inversa Nego Dabes, Buia Kalunga e Choro do Bebê.
Às 20h, tem início a apresentação do documentário, que será seguida de debate com a presença de Rosana Denaldi, ex-secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação da prefeitura de Santo André, hoje professora da Universidade Federal do ABC; José (Dé) Valadares, liderança que apoiou a luta pela urbanização da Gamboa e Edi Ferreira dos Santos, presidente do MDDF. Os três dão seus depoimentos também no filme.
A produção traz uma série de entrevistas com moradores de assentamentos precários, que contam um pouco sobre a vida nas comunidades, relatam problemas de infra-estrutura como enchentes, falta de saneamento e as lutas pela urbanização e regularização das áreas, além de depoimentos de profissionais que, ao longo dos anos, apoiaram programas públicos, realização de obras e organização comunitária para transformar as favelas em bairros urbanizados.
Algumas cenas das obras das intervenções na Sacadura Cabral, Tamarutaca, Capuava e Quilombo II, dentro do Programa Santo André Mais Igual, premiado em 2001 na ONU-Habitat, aparecem no documentário. Elas foram resgatas de um vídeo produzido sobre o Programa e que traz falas do então prefeito Celso Daniel, morto em 2013, idealizador do Mais Igual.
Inscrições pelo e-mail mddf@mddf.org.br
Serviço:
Lançamento do documentário “Vidas e Vielas: a História do Movimento de Favelas de Santo André Contada Por Sua Gente”
Dia: 10 de setembro de 2015
Hora: 19h
R. Senador Fláquer, 470 – Centro, Santo André

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Um tour pelas comunidades de Santo André

Sábado ensolarado, dia 1º de agosto de 2015. O Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais, patrocinado pela Petrobras, começa mais um dia de tour pelas comunidades de Santo André. Um ônibus vai passando nas comunidades e os moradores que aceitaram o convite do MDDF para conhecer melhor a cidade em que vivemos e também outros assentamentos – urbanizados ou não – começam a tomar seus assentos.

No núcleo Sacadura Cabral, uma pausa para receber mais moradores e para a hora da dinâmica de apresentação dos participantes. De maneira descontraída, cada pessoa escolheu um parceiro ou parceira para ficar ao seu lado. A regra: não podiam se conhecer. Cada dupla teve tempo para uma rápida conversa, suficiente para saber o nome, o que faz, do que mais gosta, onde nasceu e onde mora, entre outras perguntas. Resultado da dinâmica: descobrimos, por exemplo, numa roda com 15 pessoas, que todas tinham algo em comum: não nasceram em Santo André. Vieram migrando de estados do Nordeste, Paraná e interior de São Paulo, mas escolheram a cidade para viver e aqui estabeleceram sua vida, trabalho, moradia.

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Relatos – Neste momento, é possível ouvir o relato de quem mora no Sacadura Cabral há mais de 30 anos e que conheceu de perto uma das principais agruras dos moradores mais antigos da comunidade, outrora atingidos pelas enchentes, num período pré-urbanização.

Aliás, a urbanização do Sacadura, assim como a de outros assentamentos precários da cidade, demonstra a luta de seus moradores junto ao Poder Público, ao longo de muitos anos. “Esta praça onde estamos reunidos leva o nome da moradora Hilda Pereira de Carvalho, que lutou muito por melhorias para o núcleo”, exemplifica o presidente do MDDF, Edi Ferreira dos Santos.

Depois da apresentação, próxima parada: núcleo Maurício de Medeiros. Entre os participantes, Maria das Neves Ferreira, da diretoria do MDDF. Atualmente residente no conjunto Prestes Maia e ex-moradora do Maurício, faz questão de mostrar para o grupo o local onde já viveu. “Tenho saudade das pessoas, mas não do lugar; já passei muita coisa aqui”, diz ela, se referindo também à constante convivência com o risco de enchente, doenças, perda de bens materiais e imateriais.

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Esta situação ainda é tensa para quem vive no Maurício de Medeiros. A beira do córrego Guararazinho voltou a ser ocupada por moradias absolutamente precárias. Não precisa chuva forte pra levar embora a estrutura das casas de madeiras junto ao corpo d´água. Também é tensa a a vida daqueles que já construíram suas casas em alvenaria, mas estão em igual risco com suas moradias “perduradas” no morro, muitas vezes com 5 andares ou mais. Quando não há espaço na cidade “formal”, uma das “saídas” é “criar” o novo solo, subindo laje em cima de laje. E o risco se perpetua.

Fundamental ressaltar o trabalho da Prefeitura e Defesa Civil, que já notificou e retirou 313 moradias de locais considerados de risco alto e muito alto (das cerca de 322 listadas pelo IPT), como o da Maurício de Medeiros, de onde serão todos removidos, novamente.

Parque do Pedroso – Após o tour, a última parada é o Parque Municipal Natural do Pedroso, uma área de proteção integral, que guarda remanescentes da Mata Atlântica e também o manancial que abastece com água 6% da população de Santo André. Edi aproveita para falar da importância da preservação da mata para a qualidade e a quantidade da água disponível – o que está cada vez mais raro, principalmente nas regiões metropolitanas.

Além de um piquenique comunitário em um dos quiosques do Parque, o grupo teve tempo para contemplar a fauna e flora local e compartilhar suas impressões sobre a experiência e o passeio.

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Esta troca promovida pelo projeto do Mddf Santo André é muito humana e envolve a todos nós. Conhecer a cidade na sua integralidade e ouvir a história de sua gente é um exercício de humildade e cidadania. Mais legal ainda ver que, mesmo com tantas lutas e dificuldades, estes moradores fazem o que fizeram no sábado: saem de suas casas num sábado de manhã para participar do projeto, visitam outras comunidades, contam suas histórias, dividem com carinho um pouco sobre suas vidas com os demais.

Dia 15 de agosto tem visita ao Aterro – E no próximo dia 15 de agosto todos estão convidados a se integrar ao grupo para mais um passeio-conhecimento promovido pelo projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintas. Desta vez, o grupo vai conhecer o Aterro Municipal de Santo André – uma grande oportunidade de descobrir o quanto geramos de resíduos todos os dias, qual é a sua destinação e a grande diferença de atuar como corresponsável neste processo, como por exemplo, separando e destinando os recicláveis para a Coleta Seletiva.

MDDF vai realizar ações de educação ambiental em Núcleos Habitacionais de Santo André

PROJETO NOSSAS VILAS, VIELAS E QUINTAIS

Breve histórico

Todos eleição MDDF 15 de março 2014

O MDDF (Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Núcleos Habitacionais de Santo André) foi fundado em 1987 e tem como missão representar os moradores de núcleos e conjuntos habitacionais de Santo André, atuando para defender direitos coletivos e prestando serviços gratuitos. Santo André possui mais de 140 núcleos habitacionais, com um total de aproximadamente 30.000 domicílios. Muitos núcleos apresentam problemas ambientais como pontos de acúmulo de lixo, esgoto a céu aberto, queimadas e riscos ambientais, tais como enchentes e deslizamentos. Estes problemas afetam os núcleos de forma desproporcional em relação aos demais bairros da cidade e são poucas as oportunidades de ações comunitárias e de discussão de políticas públicas que possam vir a contribuir para melhorias. Foi pensando nessa problemática que o MDDF propôs um projeto com foco na educação ambiental não-formal em comunidades representadas pela entidade. Assim, o Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais foi criado. Com início em abril de 2015 e duração de dois anos, o Projeto faz parte do Programa Petrobras Socioambiental. Este é um de somente três projetos do ABC Paulista selecionados pela empresa.

Objetivo do Projeto

O Projeto Nossas Vilas, Vielas e Quintais tem como objetivo fortalecer a capacidade de moradores de núcleos habitacionais a identificar e realizar, de modo colaborativo, as transformações ambientais locais necessárias para a melhoria das condições ambientais do meio em que vivem. O manejo cotidiano da água, de resíduos sólidos, da energia e das áreas verdes dos núcleos serão alguns dos temas trabalhados. Para intensificar a discussão destes temas, o projeto também objetiva constituir redes de articulação em prol do aprimoramento das políticas públicas urbanas e ambientais da cidade.

Ações do projeto

  • Encontros entre lideranças da área urbana com as lideranças da área de manancial;
  • Visitas ao Aterro Sanitário e à área de mananciais;
  • Atividades de mobilização comunitária e educação ambiental nas comunidades participantes
  • Revitalização, de forma colaborativa, de espaços comuns, como praças, vielas e terrenos baldios;
  • Resgate e divulgação da história ambiental das comunidades,
  • Fortalecimento da participação de moradores de núcleos habitacionais em fóruns e conselhos municipais

Assim, o Projeto visa propiciar aos moradores de núcleos habitacionais a oportunidade – excepcionalmente rara – de aprofundar o conhecimento sobre os desafios socioambientais da cidade, fortalecendo seu sentido de corresponsabilidade e promovendo a cidadania ambiental.

Comunidades Participantes

O Projeto é focado na macrozona urbana em 4 comunidades:

  • Núcleo Ipiranga
  • Núcleo Sacadura Cabral
  • Conjunto Habitacional Gonçalo Zarco
  • Conjunto Habitacional Prestes Maia

Por meio de visitas e oficinas, moradores destas comunidades poderão interagir e aprender junto aos moradores de duas comunidades da macrozona de proteção ambiental – o Núcleo Pintassilgo, inserido na Unidade de Conservação do Parque do Pedroso, e a Vila de Paranapiacaba, patrimônio histórico inserido em uma extensa área protegida de Mata Atlântica.

Parceiros

O projeto conta com o apoio de instituições públicas e organizações não governamentais e busca formar uma rede de apoio à educação socioambiental nos núcleos, influenciando nas políticas públicas. Novos parceiros são bem-vindos!  

Como participar?

Entre em contato!

Fone: (5511) 2988-4088

E-mail: mddf@mddf.org.br

Website: www.mddf.org.br

Facebook: MDDF Santo André